O Presidente Marcelo decidiu-se pela estabilidade, pelo equilíbrio, para evitar um "agravamento de fraquezas da democracia".
Apesar de todos os casos, com um Governo de maioria absoluta com pouco mais de um ano de mandato, sem alternativa visível e conhecendo o Presidente Marcelo, não poderíamos esperar, para já, outra decisão.
O alvo principal foi o Ministro Galamba, que o PR não conseguiu despedir (como já aconteceu a outros). A crítica não poderia ser mais feroz, deixando Galamba em maus lençóis, com tolerância zero.
De facto, Galamba terá sido a grande via para atingir o Primeiro Ministro que, desta feita, frontalmente, o contrariou.
Ao fragilizado Ministro que, na avaliação do jornalista Ricardo Costa, será inteligente e competente mas impulsivo e instável, ao Ministro, dizia, cabe demonstrar essas virtudes e moderar os defeitos. Com a avaliação de Marcelo, terá muitos valores para subir.
O Primeiro Ministro que, como vem sendo hábito, contrariou tudo e todos, deverá evitar mais casos, chegando-lhe o caso TAP, onde ainda haverá muito para gerir, e esperar pela melhor oportunidade (que deverá ser a que menos esperamos) para a grande remodelação, que poderá permitir (ou não) a conclusão do mandato. Se for essa a sua pretensão.
Ao Presidente Marcelo, que intervir e falar mais será impossível, resta-lhe, como prometeu "estar mais atento", trocando o sinal das suas avaliações.
Que prevaleça a democracia e que os recentes bons sinais da economia cheguem a todos.
A cada um as suas competências e responsabilidade.
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